Votações para conselheiro tutelar serão neste domingo

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Lucas de Campos 2 outubro, 2015 Fonte:

As votações para a escolha de conselheiros tutelares em todo o Brasil estão marcadas para este domingo, 5. O voto é facultativo, mas a participação da comunidade na escolha dos representantes desta área tão importante é de extrema importância. Ao todo serão escolhidos cerca de 30mil novos conselheiros no País.

Em Santo Ângelo 17 candidatos concorrem à vaga de conselheiro tutelar. Para Janira Mânica, presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança (Comdica), é necessário avaliar bem o currículo dos candidatos e conhecer as propostas. Ao todo serão eleitos cinco conselheiros em Santo Ângelo, os outros 12 ficarão como suplentes para possíveis substituições.

Ainda de acordo com Janira, haverá somente um fiscal por candidato dentro das salas de votações. A cada dez urnas apuradas, os resultados deverão ser divulgados através de um telão que será instalado no Centro Municipal de Cultura. Ao todo são 38 urnas, “Estamos trabalhando como se fosse uma eleição municipal, com fiscalização do Ministério Público e do Juizado da Infância”, destaca a presidente do Comdica.

Brigada Militar e Polícia Civil devem auxiliar no monitoramento. As votações iniciam às 8h e seguem até às 17h sem intervalo ao meio dia. As 38 urnas estarão mais centralizadas neste ano. Por exemplo: quem geralmente vota na escola Tiradentes, deverá ir até o colégio Missões para votar. Nas seções extintas haverão cartazes que orientarão os eleitores sobre onde deverão votar.  Para realizar a votação é necessário apresentar o título de eleitor e documento de identificação com foto.

Os conselheiros tutelares terão uma missão ampla: zelar pelos direitos de crianças e adolescentes, que representam quase um terço da população gaúcha. Eles precisam atuar tanto em situações de direitos ameaçados ou violados, como na fiscalização de entidades que trabalham com a infância. Em 2014, os conselheiros tutelares gaúchos realizaram mais de 240 mil atendimentos relacionados à violência, uso de drogas e negligência das famílias ou poder público, conforme dados do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

 

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