Presidente Pedrão diz que Azul não poderá operar em Santo Ângelo agora em fevereiro

Câmara Vereadores de Santo Ângelo
Lucas de Campos 19 janeiro, 2016 Fonte:

Quase 20 dias após o término do prazo para a conclusão das obras do Aeroporto Regional de Santo Ângelo, o que se constata é que ainda há muito trabalho pela frente.

Na manhã da segunda-feira, mais uma visita ao local foi realizada pelo Presidente do Legislativo Municipal, vereador Pedro Waszkiewicz – Pedrão (SDD), que desde o início de novembro tem feito uma vigília às obras com o intuito de fiscalizar e mostrar à comunidade a real evolução dos serviços.

Ao fazer uma breve avaliação, Pedrão destacou a situação atual da pista, do aterramento da área de segurança e, principalmente, do terminal de embarque e desembarque do aeroporto, o qual, segundo ele, encontra-se sucateado.

"A verdade é que, se não tivermos nenhum contratempo, as obras na pista ainda levarão cerca de 60 dias para serem concluídas, tendo em vista que  é preciso concluir 30% da primeira etapa e 100% da segunda fase da obra, que corresponde a aplicação de uma nova malha asfáltica em toda a extensão da pista, sendo que essa parte não foi ao menos iniciada até o momento", afirmou o edil.

A área de segurança ou final de pista, como é conhecida, é o espaço que se inicia logo após a pista pavimentada. No local está sendo realizado o  serviço de aterramento e nivelamento da área. Segundo o edil, nesta área os trabalhos já estão sendo executados por cerca de cinco meses.

"Com base no andamento dos trabalhos, podemos prever que sua conclusão deve se dar em aproximadamente 60 dias, tendo em vista o desnível da área e possíveis situações climáticas desfavoráveis", explicou.

            Com relação à informação de que a Azul Linhas Aéreas iniciaria suas operações no próximo mês, Pedrão  garantiu que não haverá a menor possibilidade de que o serviço venha a ser prestado tão logo.

"Infelizmente essa realidade ainda está bem distante de Santo Ângelo. Nosso terminal de embarque e desembarque tem capacidade para apenas sete passageiros. Os poucos equipamentos que existentes estão sucateados, não há o mínimo necessário para que vôos comerciais operem. O pior disso tudo é que nem o processo de licitação para modernização do local teve início. Ou seja, sendo muito otimista, mesmo com a cooperação e trabalho de todos, apenas no final do ano é que poderemos ter a esperança de contar com este importante serviço", finalizou Pedrão.

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