Presidente da Abramilho diz que o Brasil precisa se preparar para a demanda do mundo por alimentos

Sepé Tiaraju 26 janeiro, 2019 Fonte: A Tribuna

O presidente da Abramillho, Alysson Paulinelli, falou sobre “As perspectivas do milho no Brasil”, durante jantar palestra, na noite de quinta-feira, 24, na sede do Sindicato Rural de Santo Ângelo. O evento contou com a participação do ex-ministro dos Transportes e ex-secretário estadual de Agricultura, Odacir Klein, o presidente da Apromillho, Ricardo Meneghetti, o assessor do Sistema Farsul, Luis Fernando Cavalheiro Pires, o prefeito de Santo Ângelo, Jacques Barbosa, o presidente da Câmara de Vereadores, Dionísio Faganello, o presidente da 19ª Fenamilho Bruno Hesse, o deputado estadual, Eduardo Loureiro, o presidente do Sindicato Rural, Laurindo Nikititz, o diretor suplente da Farsul, Cláudio Duarte, entre outros.

Na palestra, Paulinelli destacou o papel estratégico do Rio Grande do Sul no mercado de produtos agrícolas e a necessidade de o Estado buscar o aumento da produção de milho para atender a grande demanda da indústria de proteína animal pelo cereal.

O presidente da Abramilho também salientou que o governo brasileiro precisa prestar mais atenção a cultura do milho. “Países que são grandes produtores de proteína animal tem fornecido subsídios para quem cultiva esse cereal, no entanto o governo feral não tem feito isso. O Brasil é hoje o terceiro maior produtor de milho no mundo e tem muito que avançar e nossos governantes devem estar atentos ao papel do Brasil no fornecimento de alimento no mercado internacional, gerando riqueza e contribuindo para o desenvolvimento.”

O produtor salientou que a agricultura das regiões temperadas esgotou sua capacidade de produção de alimentos pela questão do clima e que a agricultura tropical pode sim aumentar, através de investimentos em irrigação. “No Brasil tempos regiões que produzem até três safras. Nossa capacidade é imensa e precisamos dar as condições necessária como linhas de crédito para investimento na lavoura, na ampliação de silos para armazenamento de grãos, assim como melhoramento da nossa infraestrutura e no transporte.”

Paulinelli lembra que em 2050 haverá um acréscimo de 385 milhões de toneladas de alimentos e o Brasil deve estar preparado para essa nova realidade. “Quando as pessoas aumento sua renda elas passam a se alimentar melhor e consumir mais proteína animal como carne bovina, suína, de frango, leite e ovos. E para que seja possível essa ampliação de proteína animal o milho tem um papel decisivo.”

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