Ministério deverá concluir análise da filantropia da Ascar em 10 dias

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Lucas de Campos 28 maio, 2015 Fonte:

O trabalho do presidente da Emater/RS e superintendente geral da Ascar, Clair Tomé Kuhn, em favor da conquista definitiva do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (Cebas) para a Ascar, por meio da busca de apoios em Brasília, teve continuidade nesta quarta-feira (27/05). Ele esteve reunido com 18 deputados da bancada gaúcha da Câmara Federal, encontro que contou também com a participação do presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, deputado Edson Brum, e participou de audiência com o Ministro Miguel Rosseto, da Secretaria-Geral da Presidência da República. No mesmo dia Kuhn ainda esteve com o Ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Patruas Ananias, e cumpriu agenda com o secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Marcelo Cardona e com o secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério de Meio Ambiente (MMA), Paulo Cabral.
Nas reuniões com os representantes do Estado no Legislativo Federal e com o ministro Miguel Rosseto, foram ouvidas manifestações de apoio dos deputados gaúchos e de Rosseto à Instituição e sua busca pelo Cebas. No Ministério do Meio Ambiente a pauta foi a destinação de recursos federais para que a Emater/RS-Ascar possa auxiliar a 150 mil famílias rurais, com propriedades de até aproximadamente 50 hectares, no preenchimento do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Mas as informações mais animadoras para a Emater/RS-Ascar vieram do MDS e do governo federal. A primeira delas diz respeito à garantia da imunidade tributária da Ascar através da conquista do Cebas, o secretário executivo do ministério, Marcelo Cardona, destacou o compromisso da conclusão da análise do recurso administrativo da Instituição em um prazo de 10 a 15 dias. Também foi aceita a proposta da criação de uma equipe, envolvendo técnicos do MDS e da Emater/RS-Ascar, que buscará a formatação de um novo conceito para a assistência social praticada no meio rural, para contemplar atividades que atualmente são desenvolvidas mas não se enquadram como tal na legislação vigente.A outra boa notícia para o RS é a possibilidade de o serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural e Social (Aters) voltar a ser custeado com verbas federais, por meio da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater). Neste contexto, o trabalho da Emater/RS-Ascar servirá de modelo para as demais instituições de Aters do País. 


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