Engenheiro ambiental da Semma explica funcionamento da coleta seletiva

Sepé Tiaraju 16 junho, 2019 Fonte: A Tribuna

“Recebemos esporadicamente reclamações da mistura dos lixos seco e úmido. Quando isso acontece vamos investigar.” Essa é a declaração do engenheiro ambiental da Semma, Maurício Setani. Segundo ele, nestes casos de denúncia a Semma acessa os dados dos GPS dos veículos para verificar os pontos onde os caminhões passaram. “Os dados não são precisos mas revelam as áreas próximas onde os veículos circularam.”

O engenheiro acredita que parte da reclamação das pessoas de que o lixo não estaria sendo recolhido no dia certo deve-se ao fato de que os funcionário da Via Norte efetuam o recolhimento na maioria das vezes a pé, reunindo o material nas esquinas para agilizar o processo. “Nestas ocasião há moradores que acabam levando lixo para rua depois de feito o recolhimento.”

Setani ressalta ainda que há um cronograma de recolhimento do lixo seco e úmido nas diferentes regiões da cidade. “Os horários são diferenciados e os veículos do lixo seco e úmido são diferentes. Quando há recolhimento do lixo úmido, por exemplo, e o morador deixou em frente à sua casa sacos de lixos seco e orgânico, o responsável pelo serviço acaba recolhendo os dois. Isso porque o processo exige agilidade. Não há tempo para verificar o tipo de material.”

Em relação ao baixo índice apontado pela Ecos do Verde na reciclagem o engenheiro ambiental contesta. “Acreditamos que esses números seguem o padrão nacional. No Brasil 30% do total do lixo tem chance de ser aproveitado. Aqui no município atingimos 1/3 da reciclagem do lixo seco. Os outros 70% do material recolhido é lixo úmido. O índice de 10% apontado pela associação é exatamente de 1/3 dos 30% do lixo que é reciclável. Encontra-se dentro da média.”

Mauríco explicou ainda que há dificuldade para verificar no ponto de triagem e transbordo se a mistura foi feita pelos caminhões. “O rastreio do lixo é difícil e torna-se difícil saber se o lixo foi misturado pelo morador ou pelo caminhão. No entanto acreditamos que a maior parte do problema está na separação feita pelo morador. Reconhecemos a necessidade de se ampliar a campanha da coleta seletiva que é feita. Estamos desenvolvendo folders educativos para as crianças, trabalhando nas escolas, entidades e junto à comunidade.”

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