Direito da URI realiza viagem de estudos ao Parque Estadual do Turvo

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Lucas de Campos 18 junho, 2015 Fonte:

A graduação em Direito da URI Santo Ângelo realizou, no dia 04 de junho, viagem de estudos ao Parque Estadual do Turvo, em Derrubadas. Acadêmicos do 9º semestre do curso, acompanhados dos professores de Direito Ambiental Luana Maíra Moura de Almeida e Jacson Roberto Cervi, foram guiados por Alfiere Calegaro, da Atairu Aventura. 

 “Já acostumados com as salas de audiência e de nossos Tribunais, em virtude das aulas práticas de estágio e viagens de estudo organizadas pelo Curso, os acadêmicos tiveram a oportunidade de conhecer mais intimamente outro bem juridicamente relevante para que se concretize a dignidade da pessoa humana: o bem ambiental, através da visita a uma unidade de conservação”, conta a professora Luana Maíra Moura de Almeida. Ela explica que a escolha pelo Parque Estadual do Turvo ocorreu por ser a Unidade de Conservação mais importante do estado. O parque tem remanescentes de mata de 17 mil hectares no lado brasileiro, e junto ao maciço de Misiones, na Argentina – que possui 250 mil hectares – tem espaço territorial especialmente protegido em virtude da biodiversidade que mantém.

De acordo com a acadêmica Débora Brum Trindade, que participou da viagem, conhecer o Parque foi um privilégio: “O Parque nos cativou. Reservado para guardar algo tão precioso como a mata fechada, o rio com suas quedas de água, os animais, que não tivemos o privilégio de avistar, mas que comprovadamente estão lá no parque, o Parque nos cativou. Tudo tão simples, mas ao mesmo tempo tão encantador”.

“Conhecer o Parque Estadual do Turvo foi uma oportunidade incrível, porque em uma grande área que inclui a nossa região, somente em Derrubadas se consegue constatar este estado de natureza plena. É exuberante em sua mata nativa e de admirável beleza, único em seus dois quilômetros de salto com quedas de água em meio ao Rio Uruguai, emoldurado por uma faixa de superfície pedregosa e a mata natural pelo lado brasileiro e argentino. Muito do que se aprendeu em sala de aula, lá visualizamos na prática em matéria de preservação ambiental”, relata a acadêmica Neusa Schnorrenberger.

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