Defesa de Leandro Boldrini prefere não se manifestar sobre perícia inconclusiva

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Lucas de Campos 4 março, 2015 Fonte:

A defesa do médico Leandro Boldrini, pai de Bernardo Boldrini, não irá se manifestar sobre o resultado da perícia do Instituto Geral de Perícias (IGP) que apontou como inconclusiva a assinatura do profissional na receita médica para o uso do sedativo midazolan ao menino. Conforme o advogado Ezequiel Vetoretti, a defesa só irá se manifestar nos autos. Um dos indícios colhidos pela polícia indicou que o garoto foi sedado para se assassinado. A defesa do médico pediu esclarecimentos ao IGP e o juiz Marcos Luís Agostini, titular do processo em Três Passos, atendeu à solicitação.

O magistrado também atendeu ao pedido do advogado de Graciele Ugulini para ouvir uma testemunha de defesa que reside em Boa Vista, Roraima. O prazo para a inquirição da testemunha é de 30 dias. O magistrado solicitou urgência no cumprimento da carta precatória. Na decisão, o julgador ressaltou que, para interrogar os réus e finalizar a fase de instrução do processo que apura a morte de Bernardo Boldrini, restam apenas essas duas pendências.

Bernardo Uglioni Boldrini, de 11 anos, desapareceu em quatro de abril do ano passado, em Três Passos. O corpo foi encontrado na noite de 14 do mesmo mês, em Frederico Westphalen, dentro de um saco plástico e enterrado às margens de um rio. Edelvânia Wirganovicz, amiga da madrasta Graciele Ugulini, admitiu o crime e apontou o local onde a criança foi enterrada. Respondem ao processo criminal Leandro Boldrini, Graciele Ugulini, Edelvânia Wirganovicz e Evandro Wirganovicz.

Fonte: Guaíba

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