Crianças aprendem detalhes sobre uso das indumentárias em CTGs

Sepé Tiaraju 20 setembro, 2018 Fonte: A Tribuna

Várias oficinas com crianças e jovens foram desenvolvidas pelo GDF Os Farroupilhas durante a Semana Farroupilha, como forma de resgate da tradição gaúcha. Uma das oficinas apresentadas foi sobre o uso das indumentárias nos Centro de Tradições Gaúchas no Estado (CTGs).

A prenda juvenil, Lauren Gomes Carvalho, explicou detalhes sobre os trajes típicos e o chimarrão. “São basicamente dois trajes típicos para as prendas nas entidades tradicionalistas. Os trajes artístico e campeiro. Existem regras que determinam o tipo de indumentária que as prendas podem usar, dependendo da faixa etária”.

Lauren salientou que no caso artístico a prenda pode usar vestido ou saia com camisa. Enquanto no traje campeiro a prenda pode usar a bombacha como é de costume do peão. No entanto há regras específicas que variam de acordo com a categoria. “No caso de prenda mirim é definido vestidos mais simples de cores claras e se permite o uso de fita no cabelo. Já a prenda juvenil usa flor no cabelo e o traje pode ter cores mais escuras e enfeites mais sofisticados. Tanto a prenda mirim quanto a juvenil pode usar o cabelo solto ou semi preso. Apenas a prenda adulta que pode usar cabelo preso e vestidos com cores mais chamativas”.

A prenda também salientou que é proibido o uso das cores das bandeiras do Rio Grande do Sul e do Brasil combinadas na estampa do vestido.

VESTIMENTA DOS PEÕES

O 2º Piá do GDF Os Farroupilhas, Enzo Gabriel da Veiga Langes, por sua vez, explicou detalhes das regras sobre as indumentárias dos peões. “Existem os trajes artístico e campeiro. “O traje artístico do peão compreende o chapéu, camisa, colete, lenço, bombacha, guaiaca e a bota.  No caso da invernada mirim não pode usar espora ou chapéu em apresentações artísticas e em concursos”.

Enzon ressaltou que o traje campeiro consiste no uso de bombacha, camisa, lenço, chapéu e o tirador”. “O traje campeiro é basicamente o mesmo para todos, tanto o peão adulto, juvenil e a invernada xirú (pessoas a partir dos 30 anos)”.

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