Colheita do milho é aberta com previsão de menor produtividade

vila 28 janeiro, 2018 Fonte:

O governador José Ivo Sartori abre nesta sexta-feira, 26, em Giruá a colheita do milho do Rio Grande do Sul. Durante o Programa da Aldeia Global da Rádio Sepé – AM 540, o presidente da Associação dos Produtores de Milho do Estado (Apromilho), Ricardo Meneghetti concedeu entrevista ao comunicador Hogue Dorneles e falou sobre o cultivo da cultura.

Meneghetti ressaltou que o evento de Abertura Oficial da Colheita do Milho no RS é realizado com o objetivo de mostrar ao produtor rural que o cultivo do milho é economicamente viável, além de ser um excelente conservador de solo e fazer com que a cultura implementada, posteriormente, ao milho, na mesma área melhore ano após ano.

De acordo com Menghetti, nesta safra, o produtor de milho gaúcho passa por uma situação diferente da safra 2016/2017. Ainda, conforme o presidente da Apromilho deverá ocorrer uma queda de produtividade do grão no RS. “Isso se deve a uma condição climática adversa. No período de implantação das lavouras foram registradas ventanias, chuvaradas e queda de granizo, o que, consequentemente, influencia na produtividade”, afirmou.

Além disso, Meneghetti ressaltou que houve também uma diminuição de aproximadamente 20% da área cultivada no Estado em virtude do mercado e da liquidez do produto. “Consequentemente essas questões interferem na produção que deve reduzir em um índice que varia entre 15% e 20%”.

Meneghetti disse que a Apromilho está buscando garantir melhores condições para que o produtor rural invista no cultivo do milho. O presidente da Apromilho entregará a Sartori um documento solicitando a criação de uma política de Estado, para o setor com o apoio dos bancos oficiais, Banrisul e Badesul e auxílio da Secretaria da Agricultura. “Penso num plano que difunda para os produtores as vantagens da venda antecipada, dentro de um patamar que permita cumprir com os primeiros compromissos da lavoura. Esta é uma forma de evitar vender a produção em momentos de baixa de preço e permitir uma gestão da safra mais favorável ao produtor, o que por consequência lhe aumenta a renda”, explicou Meneghetti.

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