Vandalismo e furtos no Cemitério Roque Gonzales

Fotos: Cristiano Devicari
Sepé Tiaraju 7 agosto, 2018 Fonte: A Tribuna

João Adão Soares Borges e Marilene Müllich Borges, que têm um filho de 21 anos, vítima de acidente de trânsito, sepultado em jazigo nos fundos do Cemitério Roque Gonzales, denunciaram em reportagem do jornal A Tribuna a falta de segurança no local. Quem visita o cemitério depara-se com um cenário de depredação e vandalismo, muita sujeira e animais circulando entre os jazigos, tudo porque o pátio do cemitério está aberto com livre acesso. Moradores das proximidades contam que vândalos e usuários de drogas circulam no local. Há, inclusive, capelas mortuárias que tiveram suas portas arrancadas, assim como  letreiros e objetos de metal furtados dos jazigos. Até o cercamento colocado no fundos e os palanques de concreto foram furtados. O casal reclamou da falta de funcionários para a segurança do local. Revoltado, João Adão Soares Borges, denunciou o descaso do poder público e se prontificou a reunir um grupo de pessoas para ajudar na administração do cemitério.

 

 

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