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Santo Ângelo -

Depoimento da vó de Bernardo Boldrini foi remarcado para o dia 30

O padrasto de Graciele Ugulini, uma das acusadas pela morte do menino Bernardo, depõe na sexta-fera em Santo Ângelo. Ele é uma das 25 testemunhas de acusação arroladas pelo Ministério Público (MP) no processo criminal sobre o assassinato do garoto, ocorrido em abril desse ano. Sérgio Glauco da Silva Rolim de Moura vai ser ouvido em relação à enteada, que era madrasta de Bernardo. 

A audiência, que ocorre no Foro de Santo Ângelo, às 14h30min, foi remarcada, em início de outubro. O advogado alegou ao ser intimado, em setembro, que não tinha condições de falar sobre o caso pelo fato de ter sido advogado do pai de Bernardo, Leandro Boldrini, em uma ação cível no município de Três Passos. A alegação, porém, não convenceu o juiz Marcos Agostini, que entendeu não haver relação entre os fatos e reconvocou a testemunha. 

Já o depoimento de Jussura Uglione, avó materna de Bernardo, remarcado no dia 16, foi confirmado nesta quinta-feira para 30 de outubro, em Santa Maria. Ela vai ser ouvida, às 9h30min, pelo juiz Ulysses Fonseca Louzada. A oitiva foi transferida devido a problemas de saúde da depoente. Ela e o padrasto de Graciele serão as últimas testemunhas de acusação a prestar depoimento. Na etapa seguinte, a Justiça passa a ouvir as 52 de defesa.

À parte do processo criminal sobre a morte de Bernardo, a defesa de Jussara entrou com pedido de reabertura do inquérito a respeito do suposto suicídio da mãe do menino, Odilanine Uglione. Uma perícia particular encomendada pela defesa de Jussara apontou indícios de que Odilaine foi assassinada.

Fonte: Correio do Povo

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A 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado decidiu no começo da tarde desta quinta-feira, por 2 votos a 1, negar o pedido de habeas corpus encaminhado pela defesa do médico Leandro Boldrini, acusado de participar do assassinato do filho em início de abril. A Câmara rejeitou o pedido baseada em dois fatos: o primeiro referente à competência do colegiado.

Os desembargadores entenderam que essa incumbência é da 1ª Câmara do TJ. Além disso, consideraram que o pedido foi feito de modo “informal”, junto a outros pontos em discussão,  e o TJ entendeu ser necessária uma formalização. Caso insista no habeas corpus, a defesa vai ter de formalizá-lo e encaminhá-lo à 1ª Câmara, para novo julgamento.

Além disso, a 3ª Câmara também rejeitou o pedido de revisão da denúncia efetuada pelo Ministério Público, referente ao caso da morte do menino. A defesa de Boldrini alegou que o MP errou ao denunciar o médico por “omissão e participação” no mesmo crime (ele é acusado de ter premeditado a morte de Bernardo e também ter sido omisso na criação do garoto).
 
Segundo a defesa, essas duas acusações são incompatíveis entre si. A 3ª Câmara, no entanto, entendeu que esse não é o momento adequado para decidir o mérito da questão e negou o pedido.
 
Segundo a assessoria do TJ, o caso segue normalmente e, se o juiz responsável entender que a denúncia está equivocada, pode pedir a retificação posteriormente, sem prejuízo ao andamento do caso.
 
Além disso, também por dois votos a um, foi negado o pedido de arrolar como testemunhas Dinamárcia Maciel de Oliveira e Fernando Vieira dos Santos, promotores que atuaram no caso. Ainda cabe recurso da decisão.
 
Fonte: Rádio Guaíba
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Odilaine Uglione, mãe do menino Bernardo Boldrini — assassinado em abril deste ano em Frederico Westphalen — foi assassinada e não se matou. A conclusão é de uma perícia particular encomendada pela família dela. Os resultados do exame foram divulgados no sábado pelo advogado Marlon Taborda, que representa os familiares de Odilaine.Odilaine morreu 72 horas antes do momento de assinar o divórcio, em 2010. Ela era casada com o médico Leandro Boldrini, que agora estápreso por suspeita de envolvimento na morte do filho, Bernardo.

Conforme o acordo que seria assinado, Odilaine deveria receber R$ 1,5 milhão e uma pensão mensal de R$ 10 mil. A Polícia Civil investigou o caso e concluiu que ela cometeu suicídio, com um tiro na boca, dentro do consultório do marido. Pelo menos cinco pessoas aguardavam consulta quando viram um estouro e o médico sair correndo da sala, apavorado.

Ele sustenta que a mulher se matou. Inconformada, a família de Odilaine desconfia que ela foi morta — ou pelo médico Leandro, ou por alguém que entrou no consultório dele. Um dos indícios seriam lesões (arranhões, equimoses) que a mulher apresentava no braço direito.

Agora a perícia particular, feita pelo perito Sérgio Saldiaz (da empresa Sewell Perícia Criminal Forense) aponta outra contradição: pelo estudo da trajetória da bala (que entrou pela boca da vítima), o disparo teria sido feito por outra pessoa, que não a vítima. Contribui também o fato de não existir pólvora na mão direita de Odilaine, que era destra.

— O ângulo não era compatível com o de uma pessoa que segura a arma e a dispara contra si própria — resume o advogado Taborda.Ele ressalta que uma gase estava sobre o cabo do revólver que disparou, "como se alguém quisesse disfarçar impressões digitais".===Taborda pretende pedir ainda esta semana, mais uma vez, a reabertura do caso.

Serão dois pedidos: um à Chefia de Polícia Civil e outro ao TJ.Ao juiz local ele pediu uma vez, foi negado, agora ele quer pedir direto no TJ (com os novos indícios).

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Domingo, 12 Outubro 2014 16:15

TJ decide investigar juiz do Caso Bernardo

Magistrado de Três Passos será investigado pela atuação em outro processo judicial em que comprou uma casa que fazia parte de um inventário que ele mesmo julgava

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul decidiu nesta segunda-feira investigar o juiz Fernando Vieira dos Santos, responsável por manter a guarda de Bernardo Boldrini, assassinado em abril deste ano, com o pai e a madrasta. Na época, a avó materna, Jussara Uglione, solicitou à justiça a guarda do menino, após denúncias de que o garoto não era bem tratado em casa.

No entanto, o magistrado de Três Passos, no norte gaúcho, será investigado pela atuação em outro processo judicial, em que comprou uma casa que fazia parte de um inventário que ele mesmo julgava. O juiz se declarou impedido de atuar com dois anos de atraso, após vários despachos. Agora o magistrado vai enfrentar um Procedimento Administrativo Disciplinar. A denúncia ao judiciário foi realizada pela Ouvidoria da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, que teve acesso a documentos que comprovam as decisões do juiz. O caso também foi denunciado pela TV Bandeirantes em maio deste ano.

Após o assassinato de Bernardo, a atuação do juiz foi questionada, já que tinha o poder de transferir a guarda do menino. Depois do crime, o magistrado não atuou mais no Caso Bernardo, que foi assumido por um colega da Vara Criminal. O juiz Fernando Vieira dos Santos ainda não foi localizado para comentar a abertura da investigação do Tribunal de Justiça.

Bernardo Boldrini, de 11 anos, foi assassinado em abril com uma injeção letal e enterrado em um matagal, no município de Frederico Westphalen. Quatro pessoas estão presas e respondem pelo crime: o pai, Leandro Boldrini, a madrasta, Graciele Ugulini, uma amiga dela, Edelvânia Wirganovicz, e seu irmão, Evandro Wirganovicz. A próxima audiência do caso será no dia 16 de outubro. Ainda não há previsão para o julgamento.

Fonte: UOL
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Quatro testemunhas foram ouvidas na manhã desta quinta-feira no fórum de Frederico Westphalen, no Norte do Estado, em mais um dia de oitivas do caso Bernardo Boldrini. A funcionária de uma farmácia e o dono de uma agropecuária confirmaram terem vendido o medicamento Midazolan e uma pá para Edelvânia Wirganovicz poucos dias antes do assassinato do garoto.

Funcionária de uma farmácia no centro do município, Ariane Cogo foi a primeira das oito testemunhas que serão ouvidas na sala de audiência da 3ª Vara Criminal de Frederico Westphalen pelo juiz Jairo Cardoso Soares nesta quinta-feira. Ariane afirmou que Edelvânia apresentou uma receita médica para comprar o medicamento.

A segunda testemunha a falar foi o proprietário de uma ferragem, Hermes José Vendrusculo Scapin. Ele confirmou que vendeu uma cavadeira e uma pá para Edelvânia e que naquele dia havia outra pessoa na porta do estabelecimento, mas não soube informar quem era.

Também prestaram depoimentos nesta manhã, o policial militar aposentado Valdeci Johan e o dono da imobiliária que vendeu o apartamento para Edelvânia, Volnei de Souza. Johan disse que viu o Chevette de Evandro Wirganovicz próximo ao lugar em que o corpo de Bernardo foi enterrado alguns dias antes da morte do menino. 

O policial militar aposentado afirmou que tinha ido buscar madeira para construir uma casinha de boneca para sua filha, quando avistou o Chevette amarelo de propriedade de Evandro. “Estava a 40 metros do local onde o corpo foi encontrado”. Questionado se ajudou a abrir a cova, Evandro negou participação. 

Fonte: querenciaonline.com/Maira Kempf

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Começou, na manhã desta quinta-feira, uma nova audiência que investiga a morte do menino Bernardo Uglione Boldrini. Os réus Evandro e Edelvânia Wirganovicz entraram na sala, no Foro de Frederico Westphalen, após os três primeiros depoimentos. 

De acordo com informações da Rádio Gaúcha, em torno das 11h, Luciane Saldanha, mulher de Evandro Wirganovicz, entrou na sala, embargou a voz e chorou, levando o marido igualmente às lágrimas.

Evandro, acusado de ter ajudado a cavar a cova em que Bernardo foi enterrado, em Frederico Westphalen, sustenta que esteve próximo ao local dois dias antes do crime para pescar. Luciane se contradisse em relação a depoimento prestado à polícia, dizendo que viu peixes pescados por Evandro dois dias antes do crime. À polícia, havia dito que não sabia de peixes. Após se contradizer em mais de um ponto, a testemunha afirmou ter sido obrigada a colocar respostas no depoimento à polícia a pedido dos policiais.

— Fui ameaçada e constrangida (pela polícia). Eles diziam que se eu não falasse que ele fez o buraco, ele iria pegar mais (tempo) cadeia — disse Luciane, que negou a participação do marido no crime.

Mais cedo, na mesma audiência, a funcionária de uma farmácia confirmou ter vendido o medicamento Midazolam para Edelvânia. Já o sócio de uma ferragem de Frederico Westphalen disse que Edelvânia comprou "uma pá e uma cavadeira" em seu estabelecimento, e que estava acompanhada de outra mulher:

— Ela (Edelvânia) estava acompanhada, mas não sei quem era a outra pessoa.

De acordo com a confissão de Edelvânia, a pá, a cavadeira e a soda usada para "diluir rápido o corpo e não dar cheiro" foram compradas em 2 de abril, em Frederico Westphalen. Edelvânia também afirmou que ela e Graciele começaram a fazer a cova neste dia.

Evandro, Edelvânia, Graciele Ugulini e Leandro Boldrini, foram indiciados por homicídio qualificado. O corpo do menino foi achado em 14 de abril.

Fonte: ZH

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Irmãos Edelvânia e Evandro, réus no processo, estarão presentes na audiência desta quinta-feira, 18

Está marcada para quinta-feira, 18, na sala de audiência da 3ª Vara da Comarca de Frederico Westphalen, mais uma audiência envolvendo testemunhas do caso da morte do menino Bernardo Boldrini.

A audiência por carta precatória, presidida pelo juiz Jairo Cardoso Soares, deve ouvir oito testemunhas, entre elas, a mulher de Evandro Wirganovicz, que segue preso, suspeito de participação do crime.

Os depoimentos acontecerão a partir das 9h30min. Dos quatro réus no processo, os irmãos Evandro e Edelvânia Wirganovicz tiveram a presença na audiência confirmada por seus advogados de defesa.

Segundo o tenente Evandro Gambin, comandante do Pelotão de Operações Especiais (POE) de Frederico Westphalen, será realizado um reforço policial na quinta-feira, 18, nas proximidades do Fórum.   

Fonte: oaltouruguai.com.br/Fábio Pelinson

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Preso sob acusação de ter participado da morte do menino em abril, Evandro Wirganovicz nega envolvimento no crime, mas aparelho mostra possibilidade de mentira

Aplicado pela Polícia Civil em Evandro Wirganovicz no dia 21 de maio deste ano, o Analisador de Voz Multicamadas (AVM), conhecido popularmente como teste detector de mentiras, apontou que o irmão de Edelvânia, preso sob acusação de ter ajudado a matar o menino Bernardo Uglione Boldrini, pode ter mentido quando disse que não se envolveu no crime. Ele está recolhido ao presídio de Três Passos e responde, junto com Edelvânia, Graciele Ugulini (madrasta) e Leandro Boldrini (pai), por homicídio qualificado.

Em três partes da entrevista, Evandro mostrou-se estressado, desconfortável e indicou possibilidade de mentir quando questionado sobre o planejamento do assassinato de Bernardo, os responsáveis por abrir a cova que enterrou o menino em Frederico Westphalen e se ele soube antes do dia 4 de abril que o garoto seria morto.

Veja a seguir o que ele disse e as conclusões feitas pela polícia após analisar itens como oscilações emocionais, estresse, tensão, excitação, exagero, desconforto e conflito cognitivo do réu.

VÍDEO 1: planejamento do crime

Evandro: "Eu acho que foi a ilusão do dinheiro. Ela (Edelvânia) é uma pessoa de bem, sempre ajudava os outros e, de repente, foi cair numa barbaridade dessas. Foi feita a cabeça dela, né."
Laudo: sobre se sabia do planejamento do crime, há desconforto por parte do entrevistado e segmentos de fala inconclusivos.

VÍDEO 2: quem cavou o buraco?

Evandro: "Não sei, doutor. Pelo que consta nas notícias, foi a minha irmã que cavou."
Laudo: de acordo com a análise do programa, Evandro obteve altos níveis de estresse quando questionado acerca do buraco que foi cavado. Isto evidencia que este assunto é um problema para ele. Nos segmentos pontuais da fala, Evandro sente-se desconfortável quando afirma não ter cavado o buraco e que teria sido sua irmã.

VÍDEO 3: sabia que alguém seria morto?

Evandro: "Não senhor. (...) Não tenho participação nenhuma. Meu único erro foi no dia que fui dar depoimento, ter dito que não estava pescando lá, e eu estava com medo, depois que fiquei sabendo da notícia, de ser preso."
Laudo: de acordo com a análise do programa, Evandro sente-se constrangido com a pergunta. Há imprecisão com indicação de risco de mentira na resposta. Evandro fala a verdade que ficou com medo de ser preso e por isso mentiu no depoimento à polícia. Há indicação de risco de mentira de fala em que Evandro diz não ter nenhuma participação no crime.

Evandro não negou crime à mulher

Evandro Wirganovicz no crime à esposa, conforme documento obtido por ZH. A delegada Carolina Bamberg, que conduziu as investigações do assassinato, disse à Justiça que a mulher do réu suspeitou e o confrontou após o corpo do menino ser achado, em 14 de abril, e ouviu o seguinte:

"Ela disse que também suspeitou dele quando ficou sabendo dos fatos. Confrontou ele e ele somente chorou, ele não falou nada, não falou que não, somente chorou", relatou Caroline Bamberg.

Segundo o advogado dele, Hélio Sauer, a mulher de Evandro foi inquirida sem defensor e prestará novos esclarecimentos no dia 18 de setembro:

– Ele chorou de raiva (de Edelvânia) de colocar ele no crime. Ela (esposa) vai esclarecer isso, já que falou sem a presença de advogado e foi enrolada. Quanto ao detector de mentiras, é óbvio que ele estava estressado, não tem a mínima importância para incriminá-lo.

Mãe diz que Evandro é inocente

Na última terça-feira, em depoimento à Justiça em Rodeio Bonito, Doraci Terezinha Wirganovicz, mãe dos irmãos presos, sustentou que o filho é inocente e que Edelvânia tinha condições de abrir uma cova, já que "trabalha com tudo, fazia buraco, cerca, ajuda a família em casa".

Doraci confirmou que Edelvânia chegou à casa dela, nas proximidades do local da cova, com uma pá e uma cavadeira, na semana em que menino foi encontrado morto. O motivo era "abrir o terreno e encanar água". Porém, Doraci falou ter sentido "uma dor no peito" ao ver as ferramentas:

— Não perguntei nada a ela, a família é inocente, ninguém sabia de nada. Foi aquela mulher (a madrasta, Graciele Ugulini) que botou coisa na cabeça dela.  Ele (Evandro) demorou no rio pescando, estava de calçado e calça comprida. Vi ele embalando minhoca. Trouxe uns quantos peixes. O meu filho é inocente, não sabia de nada do que ela estava planejando, eu sou a mãe dele e estou falando a verdade.

O detector de mentiras

O programa AVM 6.50, baseado na tecnologia AVM (Analisador de Voz Multicamadas), de análise profissional de níveis de emoções, é uma ferramenta que detecta os vários níveis ou estados emocionais de uma pessoa.

A tecnologia indica as oscilações emocionais e, em última análise, detecta impressões digitais da atividade cerebral. Ela consegue concluir sobre o indicativo e a probabilidade de a pessoa estar mentindo quando questionada sobre perguntas relevantes em uma investigação policial.

Fonte: Diário Gaúcho

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Novo advogado deve ser apresentado na segunda-feira

O criminalista Jader Marques não defende mais o médico Leandro Boldrini, acusado de matar o filho, Bernardo Uglione Boldrini, em abril deste ano.

— Por divergências com Boldrini sobre a condução da sua defesa técnica, recebo com naturalidade a revogação dos poderes para atuar em nome deste nos procedimentos em que é parte. Na próxima segunda-feira, ele apresentará novo defensor — limitou-se a dizer Jader.

O advogado teve a procuração revogada neste sábado pelo médico, menos de uma semana após a primeira audiência do caso.

 Fonte: ZH

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A Justiça de Três Passos entendeu que não surgiram novas provas indicando que Odilaine Uglione, mãe do menino Bernardo Uglione Boldrini, foi assassinada, e negou o pedido do advogado da família materna do garoto, que solicitou a reabertura do inquérito policial.

Em 2010, Odilaine cometeu suicídio no consultório do médico Leandro Boldrini, pai de Bernardo. A defesa dela alegou que havia falhas na investigação da morte, e pediu uma nova apuração.

"Acolho a promoção do Ministério Público e indefiro o pedido de desarquivamento do presente inquérito policial, com fundamento no artigo 18 do Código de Processo Penal", afirmou o juiz Marcos Luís Agostini no despacho.

O artigo estabelece que para desarquivar um inquérito, são necessários fatos novos que justifiquem o pedido.

No despacho, o juiz concluiu que as alegações do advogado Marlon Taborda não são suficientes.

Fonte: clic RBS

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