Terça, 03 Março 2015 06:42

Laudo grafotécnico não confirma que pai de Bernardo tenha receitado medicamento

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O laudo grafotécnico o Instituto-Geral de Perícias (IGP) não confirmou que o médico Leandro Boldrini receitou o medicamento Midazolam, usado para sedar Bernardo Uglione Boldrini, 11 anos, encontrado morto no Noroeste gaúcho em abril do ano passado. O resultado foiinconclusivo e por isso não foi possível confirmar se a assinatura era do pai do menino. A defesa do réu quer esclarecimentos ao IGP sobre o trabalho realizado e a Justiça atendeu ao pedido.O juiz Marcos Luís Agostini, titular do processo que tramita na 1ª Vara Judicial da Comarca de Três Passos, também atendeu ao pedido do advogado de Graciele Ugulini, madrasta de Bernardo, para ouvir uma testemunha de defesa que reside em Boa Vista, Roraima. O prazo para a inquirição da testemunha é de 30 dias.O magistrado solicitou urgência no cumprimento da carta precatória, já que faltam apenas estas duas pendências para interrogar os réus e finalizar a fase de instrução do processo."Desse modo, eventual atraso no encerramento da instrução, nesse momento, deve ser atribuído à defesa, que não poderá alegar excesso de prazo e, com esse argumento, postular a revogação das prisões preventivas", destaca Agostini da decisão.